sexta-feira, 26 de março de 2010

SUBA


Um fazendeiro, que lutava com muitas dificuldades, possuía alguns cavalos para ajudar nos trabalhos em sua pequena fazenda. Um dia, seu capataz veio trazer a notícia de que um dos cavalos havia caído num velho poço abandonado. O poço era muito profundo e seria extremamente difícil tirar o cavalo de lá. O fazendeiro foi rapidamente até o local do acidente, avaliou a situação, certificando-se que o animal não se havia machucado. Mas, pela dificuldade e alto custo para retirá-lo do fundo do poço, achou que não valia a pena investir na operação de resgate. Tomou, então, a difícil decisão: determinou ao capataz que sacrificasse o animal jogando terra no poço até enterrá-lo, ali mesmo. E assim foi feito. Os empregados, comandados pelo capataz, começaram a lançar terra para dentro do buraco de forma a cobrir o cavalo. Mas, à medida que a terra caía em seu dorso, o animal a sacudia e ela ia se acumulando no fundo, possibilitando ao cavalo ir subindo. Logo os homens perceberam que o cavalo não se deixava enterrar, mas ao contrário, estava subindo à medida que a terra enchia o poço, até que, finalmente, conseguiu sair! Se você estiver lá embaixo, sentindo-se pouco valorizado, quando, certos de seu "desaparecimento", os outros jogarem sobre você a terra da incompreensão, da falta de oportunidade e de apoio, lembre-se desta história. Não aceite a terra que jogaram sobre você, sacuda-a e suba sobre ela.






A LIÇÃO DO PÁSSARO

Você já viu um passarinho dormindo num galho ou num fio, sem cair? Como é que ele consegue isso? Se a gente tentasse dormir assim iríamos cair e quebrar o pescoço. O segredo está nos tendões das pernas do passarinho. Eles são construídos de forma que, quando o joelho está dobrado, o pezinho segura firmemente qualquer coisa. Os pés não irão soltar aquela coisa até que ele desdobra o joelho para voar. O joelho dobrado é o que dá ao passarinho a força de segurar qualquer coisa. É uma maravilha, não é? Que desenho incrível que o Criador fez para segurar o passarinho. Mas, não é tão diferente de nós. Quando nosso “galho” na vida fica precário, quando tudo é ameaçado de cair, a maior segurança, a maior estabilidade nos vem de um joelho dobrado

Administração do tempo



Em uma aula de administração do tempo um professor pegou uma jarra com capacidade para 4 litros,
e ele pegou pedras de tamanho de um punho e as colocou dentro da jarra.
Então olhou para classe e perguntou:
A jarra está cheia? Alguns alunos, não sabendo aonde ele queria chegar, responderam sem pensar:
–Sim. O professor deu um pequeno sorriso e disse:
–Não, não está cheia.
–Ele tirou um balde de pedregulhos do tamanho de ervilhas e começou a colocar na jarra.
A classe observava os predegulhos se infiltrando debaixo das pedras preenchendo os espaços até chegar ao topo
. –E agora, a jarra está cheia?
Antes da classe responder, ele despejou um balde de areia no meio dos pedregulhos e das pedras grandes. Ele agitou suavemente a jarra para que areia se assentasse. Depois, adicionou mais areia até chegar ao topo da jarra.
–E agora, a jarra está cheia?
A classe relutou um pouco a responder, pois já haviam se enganado antes, então responderam:
–Provavelmente não. Em continuação, o professor pegou um recipiente com água e derramou suavemente na jarra. A água penetrou no fundo da jarra e foi subindo até transbordar.
–A Jarra está cheia? –Perguntou o professor.
–A classe respondeu: –Achamos que está.
–Certo classe –Disse ele.
- Qual é a lição que extraímos dessa experiência?
Alguém atrás levantou a mão e respondeu:
–Não importa quão ocupada seja a sua vida, sempre há espaço para mais!
–Não –Disse o professor –Não é isso!
A lição é a seguinte: Se você colocar as pedras grandes primeiro, nunca conseguirá colocá-las depois.


” Se eu quiser ter uma vida com Deus preciso colocá-lo em primeiro plano, dedicar alguns momentos só para Ele, mais isso leva um certo tempo e disposição, pois somos muito inconstantes. Preciso estar disposta a abrir espaço na minha vida para Ele só assim poderei ter uma intimidade com Deus."
A Chama

Quatro velas estavam queimando calmamente.
O ambiente estava tão silencioso que podia-se ouvir o diálogo entre elas.
A primeira disse:
Eu sou a Paz!
Apesar da minha luz as pessoas não conseguem manter-me acesa.
E diminuindo sua chama devagarzinho, apagou-se totalmente.
A segunda disse: Eu me chamo Fé! Infelizmente sou supérflua para as pessoas.
Por que elas não querem saber de Deus, por isso não faz sentido continuar queimando.
Ao terminar sua fala, um vento bateu levemente sobre ela, e esta se apagou.
Baixinho e triste a terceira vela se manifestou:
Eu sou o Amor! Não tenho mais forças para queimar.
As pessoas me deixam de lado, por que só conseguem enxergar elas mesmas,
esquecem até daqueles que estão à sua volta. E também se apagou.
De repente... entrou uma criança e viu as três velas apagadas Que é isto?
Vocês devem ficar acesas e queimar até o fim.
Então a quarta vela falou:
Não tenhas medo criança, enquanto eu estiver acessa podemos acender as outras velas.
Então a criança pegou a vela da Esperança e acendeu novamente as que estavam apagadas.
Que a vela da Esperança nunca se apague dentro de você...




Um açougueiro estava em sua loja e ficou surpreso quando um cachorro entrou. Ele espantou o cachorro, mas logo o cãozinho voltou.

Novamente, ele tentou espantá-lo. Foi quando viu que o animal trazia um bilhete na boca.

Ele pegou o bilhete e leu:
“Pode mandar 12 salsichas e uma perna de carneiro, por favor? Assinado….” Ele olhou e viu que dentro da boca do cachorro havia uma nota de 50 Reais. Então, ele pegou o dinheiro, separou as salsichas e a perna de carneiro, colocou numa embalagem plástica, junto com o troco, e pôs na boca do cachorro.

O açougueiro ficou impressionado e como já era mesmo hora de fechar o açougue, ele decidiu seguir o animal. O cachorro desceu a rua, quando chegou ao cruzamento deixou a bolsa no chão, pulou e apertou o botão para fechar o sinal. Esperou pacientemente com o saco na boca até que o sinal fechasse e ele pudesse atravessar a rua.

O açougueiro e o cão foram caminhando pela rua, até que o cão parou em uma casa e pôs as compras na calçada. Então, voltou um pouco, correu e se atirou contra a porta. Tornou a fazer isso. Ninguém respondeu na casa. Então, o cachorro circundou a casa, pulou um muro baixo foi até a janela e começou a bater com a cabeça no vidro várias vezes.

Depois disso, caminhou de volta para a porta, foi quando alguém abriu e começou a bater no cachorro. O açougueiro correu até esta pessoa e o impediu, dizendo:
- Por Deus do céu, o que você está fazendo?
O seu cão é um gênio!

A pessoa respondeu:
- Um gênio? Esta já é a segunda vez esta semana que este estúpido ESQUECE a chave!

Moral da História:

Você pode continuar excedendo às expectativas, mas para os olhos de alguns, você estará sempre abaixo do esperado.
Qualquer um pode suportar as adversidades, mas se quiser testar o caráter de alguém, dê-lhe o poder.

Se algum dia alguém lhe disser que seu trabalho não é o de um profissional, lembre-se: amadores construíram a Arca de Noé e profissionais, o Titanic.

Quem conhece os outros é inteligente.
Quem conhece a si mesmo é iluminado.
Quem vence os outros é forte.
Quem vence a si mesmo é invencível.

O espírito de porco nunca está satisfeito!

terça-feira, 23 de março de 2010



Você já observou um elefante no circo? Durante o espetáculo, o enorme animal faz demonstrações de força descomunais. Mas, antes de entrar em cena, permanece preso, quieto, contido somente por uma corrente que aprisiona uma de suas patas a uma pequena estaca cravada no solo. A estaca é só um pequeno pedaço de madeira. E, ainda que a corrente fosse grossa, parece óbvio que ele, capaz de derrubar uma arvore com sua própria força, poderia com facilidade, arrancá-la do solo e fugir.

Que mistério! Porque o elefante não foge?

O elefante do circo não escapa porque foi preso à estaca ainda muito pequeno. Imagine o pequeno recém-nascido preso: naquele momento, o elefantinho puxou, forçou, tentando se soltar. E, apesar de todo o esforço, não pôde sair. A estaca era muito pesada para ele. O elefantinho tentava, tentava e nada. Até que um dia, cansado, aceitou o seu destino: ficar amarrado na estaca, balançando o corpo de lá para cá, eternamente, esperando a hora de entrar no espetáculo.

Então, aquele elefante enorme não se solta porque acredita que não pode. Para que ele consiga quebrar os grilhões é necessário que ocorra algo fora do comum, como um incêndio por exemplo. O medo do fogo faria com que o elefante em desespero quebrasse a corrente e fugisse.

Isso muitas vezes acontece conosco! Vivemos acreditando em um montão de coisas, “que não podemos ter”, “que não podemos ser”, “que não vamos conseguir”, simplesmente porque, quando éramos crianças e inexperientes, algo não deu certo ou ouvimos tantos “não” que “a corrente da estaca” ficou cravada na nossa memória com tanta força que perdemos a criatividade e aceitamos o “sempre foi assim”.

Poderia dizer que o fogo para nós seria: a perda de um emprego, doença de alguém próximo sem que tivéssemos dinheiro para fazer o tratamento, ou seja, algo muito grave que nos fizesse sai da zona de acomodação.

A única maneira de tentar de novo é não ter medo de enfrentar as barreiras, separar a emoção da fé e não ter receio de arrebentar as correntes! Fazer como está escrito: “E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.” Não espere que o seu “circo” pegue fogo para começar a se movimentar. Vá em frente!

sexta-feira, 19 de março de 2010

Ana Lucia e Eduardo
Ana Paula e Alexandre

No gesto de nossos pastores que deixam tudo e vão
Levados no vento para onde Deus mandar
Na Palavra pregada ao que sofre
Na fé que cura o enfermo
Na oferta trazida ao altar
Ainda existe aquele perfume espalhado no ar
Ainda existe aquele perfume espalhado no ar


Noivado da obreira Carla e do Pr Leandro

Pessoas inportantes na minha vida

Pr Renato e Obreira Sonia...
Pessoas Usadas por Deus

OBREIRO (A) DE FÉ AGE ASSIM:

Obreiro (a) de fé não coloca o uniforme, VESTE A FARDA;

Obreiro (a) de fé não vai pra igreja, VAI PRO CAMPO ESPIRITUAL;

Obreiro (a) de fé não evangeliza, ARRANCA A ALMA DAS GARRAS DO DIABO;

Obreiro (a) de fé não lê a Bíblia, CONVERSA COM DEUS ;

Obreiro (a) de fé não ora, CLAMA A PLENO PULMÕES ;

Obreiro (a) de fé não dá o peixe, ENSINA A PESCAR ;

Obreiro (a) de fé não luta contra demônio, LUTA CONTRA PRINCIPADO E POTESTADE ;

Obreiro (a) de fé não diz: “se Deus quiser”, DIZ: EM NOME DE JESUS! ;

Obreiro (a) de fé não atende as pessoas, DÁ A DIREÇÃO ;

Obreiro (a) de fé não vai atrás do desviado, DESCE NO INFERNO E RESGATA A ALMA PERDIDA ;

Obreiro (a) de fé não diz: Deus sabe, DIZ: SEI EM QUEM TENHO CRIDO ;

Obreiro (a) de fé não pisa no diabo, ESMAGA-LHE A CABEÇA ;

Obreiro (a) de fé não questiona: OBEDECE!


Obreirinha de Jesus
Minha mamãe uma Grande mulher de Deus

Olavo foi transferido de setor e logo no primeiro dia, prá fazer média com o chefe, falou-lhe:
_ Chefe, o senhor nem imagina o que me contaram a respeito do Silva. Disseram que ele...
Nem chegou a terminar a frase e o chefe o cortou dizendo:
_ Espere um pouco Olavo, o que vai me dizer já passou pelo crivo das três peneiras?
_ Peneiras? Que peneiras chefe?
_ A primeira peneira Olavo é a da VERDADE.
_ Você tem certeza que esse fato é realmente verdadeiro?
_ Não, não tenho não, chefe. Como posso saber? O que eu sei foi o que me contaram.
_ Então a sua historia já vazou a primeira peneira. Vamos então para a segunda peneira que é a da BONDADE.
_ O que vai me contar gostaria que os outros também dissessem a seu respeito?
_ Claro que não chefe, nem pensar.
_ Então a sua historia vazou também a segunda peneira. Vamos ver a terceira peneira que é a NECESSIDADE.
_ Você acha mesmo necessário me contar este fato ou mesmo passá-lo adiante?
_ Não.... chefe. Passando pelo crivo destas três peneiras, vi que não sobrou nada do que iria contar. Diz Olavo surpreso.
_ Pois é Olavo, já pensou como as pessoas seriam mais felizes se usassem essas peneiras? Diz o chefe sorrindo e continua:
_ Da próxima vez que surgir um boato por aí, antes de passá-lo adiante, submeta-o pelo crivo destas três peneiras: VERDADE, BONDADE E NECESSIDADE.

Porque pessoas inteligentes falam sobre idéias,
Pessoas comuns falam sobre coisas.
Pessoas medíocres falam sobre pessoas.

A verdadeira amizade é aquela que nos permite falar, ao amigo, de todos os seus defeitos e de todas as nossas qualidades.

Enquanto um professor estava ensinando a um grupo de alunos, ele apanhou uma folha de papel enorme e fez um ponto bem no centro com a sua caneta tinteiro.
Então, ele ficou segurando a folha para que todos pudessem enxergar e perguntou: - O que vocês estão vendo? Rapidamente um deles respondeu:
- Eu vejo um ponto preto.
- Correto!
O que mais vocês estão vendo?
Houve um completo silêncio.
- Vocês não conseguem ver mais nada além deste ponto preto?
- perguntou ele. E todos responderam em coro: "Não!"
- Muito me admira a resposta de vocês.
Simplesmente deixaram de ver a coisa de maior importância
- a folha de papel. Então ele fez a aplicação.
Ele disse que em nossas vidas freqüentemente somos distraídos por pequenos desapontamentos como um ponto ou pelas experiências dolorosas e logo ficamos propensos a esquecer as inúmeras bênçãos recebidas das mãos de Deus.
Mas, como a folha de papel, as boas coisas são muitíssimo mais importantes do que as adversidades que com tanta facilidade monopolizam a nossa atenção.
Pare de olhar os pontos negros da vida e concentre sua atenção na folha branca de fundo.
A vida é agora!

quinta-feira, 18 de março de 2010

Todas as vezes em que deparamos com problemas na vida, observamos o quanto somos frágeis. As alegrias se vão, só fica a verdade de que somos impotentes para lidar com as adversidades que surgem no decorrer de nossa existência.

Deus nos deixa lições interessantes em sua criação, para nos mostrar que o homem foi criado forte e que essa força pode ser aumentada e absorvida de situações adversas.

Existe uma árvore com o nome de carvalho. Essa árvore é usada pelos botânicos e geólogos como um medidor de catástrofes naturais. Quando querem saber sobre tempestades que ocorrem numa determinada floresta, eles observam logo o carvalho.

É a árvore que mais absorve as conseqüências de temporais. Quanto mais temporais e tempestades o carvalho enfrenta mais forte fica! Suas raízes naturalmente se aprofundam mais na terra e seu caule se torna mais robusto, sendo quase impossível uma tempestade arrancá-lo do solo ou derrubá-lo!
Mas, não pense que os cientistas precisam fazer estas análises todas para saber isso! Basta apenas eles olharem para o carvalho. Pelo fato dele absorver as conseqüências das tempestades a robusta árvore, às vezes, assume uma aparência disforme, como se realmente tivesse feito muita força, ficando às vezes até com uma aparência triste. Para um carvalho, cada tempestade é mais um desafio a ser vencido e não ameaça. Numa grande tempestade muitas árvores são arrancadas, mas o carvalho permanece firme!

Devemos tirar proveito das situações contrárias à nossa vida e ficar mais fortes, mesmo que às vezes um pouco marcados, com a aparência abatida, mas fortes, com raízes bem firmes e profundas na terra! Podemos com isso compreender o que o nosso Pai maravilhoso quis nos ensinar, quando disse que:

"Podemos todas as coisas naquele que nos fortalece" (Fp. 4.13) e, também, a confiança do rei Davi, quando cantou:
"Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte não temerei mal algum, porque Tu estás comigo"(Sl 23.4).

Por isso, quando você olhar pela janela o lindo alvorecer, lembre-se que não há temor com os infortúnios do dia, porque Deus sempre está com você. Ele protegê-lo-á! Se você estiver passando por problemas muito grandes, comporte-se como o carvalho. Certamente, será só mais uma tempestade que poderá torná-lo ainda mais forte!



Um fazendeiro, que lutava com muitas dificuldades,
possuia alguns cavalos para ajudar nos trabalhos
em sua pequena fazenda.
Um dia, seu capataz veio trazer a notícia de que
um dos seus cavalos havia caído num velho poço
abandonado.
O fazendeiro foi rapidamente ao local do acidente,
avaliou a situação, certificando-se de que o animal
não se machucara, mas pela dificuldade e o alto custo
de retirá-lo do fundo do poço, achou que não valeria
a pena investir numa operação de resgate.

Tomou então a difícil decisão:
Determinou ao capataz que sacrificasse o animal,
jogando terra no poço até enterrá-lo ali mesmo.

E assim foi feito, os empregados, comandados pelo
capataz começaram a jogar terra para dentro do buraco
de forma a cobrir o cavalo.

Mas à medida que a terra caía em seu dorso, o animal
sacudia e ela ia se acumulando no fundo, possibilitando
ao cavalo ir subindo.
Logo, os homens perceberam que o cavalo não se
deixava enterrar, mas ao contrário, estava subindo
à medida que a terra enchia o poço, até que enfim,
conseguiu sair.
Sabendo do caso, o fazendeiro ficou muito satisfeito
e o cavalo viveu ainda muitos anos servindo
ao dono da fazenda.



CONCLUSÃO:
Se você estiver "lá embaixo", sentindo-se pouco
valorizado, quando, já certo de seu desaparecimento,
os outros jogarem sobre você terra da incompreensão,
da falta de oportunidades e de apoio, lembre-se
desse cavalo.
Não aceite a terra que cai sobre você...
Sacuda-a e suba sobre ela.
E, quanto mais terra, mais você vai subindo...
subindo... subindo, aprendendo a sair do buraco..



Uma vez um homem estava sendo perseguido por vários malfeitores que queriam matá-lo.
O homem, correndo, virou em um atalho que saía da estrada e entrava pelo meio do mato e, no desespero, elevou uma oração a Deus da seguinte maneira:
- "Deus Todo Poderoso fazei com que dois anjos venham do céu e tapem a entrada da trilha para que os bandidos não me matem!!!"
Nesse momento escutou que os homens se aproximavam da trilha onde ele se escondia e viu que na entrada da trilha apareceu uma minúscula aranha.
A aranha começou a tecer uma teia na entrada da trilha.
O homem se pôs a fazer outra oração cada vez mais angustiado:
- "Senhor, eu vos pedi anjos, não uma aranha."
- "Senhor, por favor, com tua mão poderosa coloca um muro forte na entrada desta trilha, para que os homens não possam entrar e me matar..."
Abriu os olhos esperando ver um muro tapando a entrada e viu apenas a aranha tecendo a teia.
Estavam os malfeitores entrando na trilha, na qual ele se encontrava esperando apenas a morte.
Quando passaram em frente da trilha o homem escutou:
- "Vamos, entremos nesta trilha!"
- "Não, não está vendo que tem até teia de aranha!?
Nada entrou por aqui. Continuemos procurando nas próximas trilhas..."
Fé é crer no que não se vê, é perseverar diante do impossível.
Às vezes pedimos muros para estarmos seguros, mas Deus pede que tenhamos confiança n'Ele para deixar que sua glória se manifeste e faça algo como uma teia, que nos dá a mesma proteção de uma muralha.

Não ligo que me olhem da cabeça aos pés..porque nunca farão minha cabeça e nunca chegarão aos meus pés

Vocês riem de mim por eu ser diferente, e eu rio de vocês por serem todos iguais

As Vezes construímos sonhos em cima de grandes pessoas... O tempo passa... e descobrimos que grandes mesmo eram os sonhos e as pessoas pequenas demais para torná-los reais!
A vida é para quem topa qualquer parada. Não para quem pára em qualquer topada.

Minha mãe meu tudo...

A verdadeira felicidade está na própria casa, entre as alegrias da família.

Tenho juizo mas nao faco tudo certo afinal todo paraiso precisa de um inferno